Warlords of Europe - Conquest Gaming LLC




Um jogo de Ken Griffin, Kyle Battle e Russ Rupe para 2 a 4 jogadores, a partir dos 12 anos, com a duração de 240 minutos.

Nos meados de século XIII, a Europa medieval experimentava um momento de conflito entre senhores, barões, reis, e países. Tens a oportunidade de criar um domínio sem rivais. Os teus chefes militares devem subjugar a população rural, a seguir tomam outros reis, e nobres na submissão. Com a conquista transformar-se-ão nos teus vassalos e jurar-te-ão fidelidade. Depois, através da tributação e saque vais reunir grandes exércitos e conquistarás feudos de vários reinos, capturando e construindo castelos ao longo do caminho. Quantos mais feudos e castelos, um jogador controlar, maior é o seu domínio passível de imposto, e mais formidáveis os seus exércitos se tornarão. Vais precisar de uma estratégia consistente, um planeamento cauteloso, um sincronismo excelente, e uma boa fortuna para derrotar os teus rivais. Controla a maioria dos castelos que tenham sido terminados e serás o Imperador e o vencedor do Warlords of Europe.


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Egizia - Hans im Glück

Um jogo de Acchittocca, Antonio Tinto, Flaminia Brasini, Stefano Luperto e Virginio Gigli, para 2 a 4 jogadores, a partir dos 12 anos, com a duração de 75 minutos.

Os construtores estão de regresso ao Egipto…

Os jogadores são construtores no antigo Egipto, competindo para conseguir o mais famoso edifício dos diferentes monumentos pedidos pelo Pharaoh (o Sphinx, o Obelisk, o Templo e a Pirâmide).

O jogo dura 5 rondas. Em cada uma delas, os jogadores posicionam os seus peões no tabuleiro, ao longo dos bancos do Nilo, recebendo as vantagens indicadas em cada quadrado. No banco da direita há quadrados fixos onde os jogadores podem obter trabalhadores, melhorar as suas capacidades mercantis, influenciar as inundações (e assim a fertilização dos campos) e reservar o direito a construir os monumentos (que só são construídos depois de todos os posicionamentos estarem feitos). No banco esquerdo os jogadores podem tirar cartas que são deitadas aleatoriamente nos 10 quadrados no início de cada ronda; algumas destas cartas são mantidos até ao final do jogo (campos cultiváveis, pedreiras, divindades que concedem vantagens especiais), enquanto outras são descartadas depois de usadas e oferecem várias vantagens imediatas.

No Egizia, a mecânica serpenteante de posicionamento dos trabalhadores resulta do facto dos jogadores terem de posicionar os seus trabalhadores seguindo o curso do Nilo, movendo-se da parte superior para a parte inferior do tabuleiro. Desta forma, cada posicionamento não só obstrui os oponentes de escolher o mesmo quadrado (excepto os monumentos, onde são permitidos sempre vários jogadores), mas também força o jogador a posicionar os seus peões que lhe restam, apenas nos quadrados abaixo de esse acabado de ocupar (nota que os “peões” são posicionados, uma vez que os “trabalhadores” são um dos recursos do jogo, como o trigo e as pedras).

Quando a fase do posicionamento termina, os trabalhadores dos jogadores devem ser alimentados com trigo produzido nos campos. A produção de cada campo é baseada nas inundações do Nilo, pelo que alguns campos podem não dar trigo em cada ronda. Se um jogador não tiver o trigo suficiente para alimentar todos os seus trabalhadores, tem que comprá-lo com pontos de vitória (o rácio é melhor para os jogadores com capacidades mercantis melhoradas, registadas no trilho específico no tabuleiro).

Depois disso, as pedras são recebidas das pedreiras possuídas e são usadas para construir os monumentos (se o direito de o fazer tiver sido reservado anteriormente) junto com os trabalhadores.

Quando o jogo termina, os pontos obtidos durante o jogo (principalmente da construção dos monumentos) são adicionados ao bónus obtidos por satisfazer certas condições nas cartas Sphinx. Quem tiver a soma maior, é o vencedor.

Modern Society - Tuonela Productions Ltd.

Um jogo de Jussi Autio para 3 a 5 jogadores, com a duração de 60 minutos.

O Modern Society é um jogo sobre nosso tempo e o mundo em que vivemos. Cobre aspectos desde a Igualdade aos Alimentos Orgânicos, da Guerra no Iraque ao Escândalo da Tortura, à Cultura de Juvenil, ao Sacerdócio das mulheres. Estes são alguns dos assuntos que os jogadores debatem enquanto tentam convencer o povo.

Todos os jogadores vivem na mesma sociedade e procuram ter o poder de influenciar para deixar sua marca no mundo à sua volta. As opiniões das pessoas, o que sentem e pensam, são determinadas por quatro valores sociais - militarismo, economia, valores humanos e valores ecológicos.

Os jogadores têm cartas, que uma vez jogadas, transformam-se em ”assuntos actuais” na sociedade. Transformar-se-ão nos temas de conversa imaginária nas ruas, nas mesas de café, no que lêem nos jornais e que formam a sua opinião sobre o mundo. Esses temas dão forma aos quatro valores, mas também trazem pontos. Isto significa que, quanto mais militarista for a sociedade, mais pontos de influência militarista, o jogador vai obter de cartas como 'Raise in Defence Budget' ou 'War on Terrorism'. De seguida, com esses pontos o jogador impulsiona as leis que se centram sobre esse valor. Apenas essas cartas de lei, que o jogador tenha impulsionado com a sua influência política, obtém pontos de vitória. E como cada valor tem uma quantidade limitada de leis, há uma corrida para quem defende melhor cada valor.

A maioria das cartas tem habilidades especiais que fazem delas mais fortes conjugadas com determinadas cartas (isto é, feminismo com igualdade) ou por exemplo certos pontos de serem ganhos.

Á medida que o jogo prossegue, os jogadores tentam vender a sua visão do mundo às massas. Mas, se o bem-estar dos povos é espezinhado com a sede dos jogadores pelo poder, será que essa sociedade ainda vale a pena ser defendida? É isso que os jogadores decidem durante cada jogo do Modern Society.


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Tuonela ProductionsEnglish Rules
Entrevista c/autor
Jussi Autio BGG

Cornerstone - Good Company Games


Um jogo de Matt Mette para 1 a 4 jogadores, a partir dos 8 anos, com a duração de 45 minutos.

No jogo Cornerstone, os jogadores constroem e escalam as suas torres, trabalhando juntos em equipas ou numa corrida um contra o outro para alcançar o topo.

Na sua vez de jogar, os jogadores constroem estrategicamente, posicionando blocos, ganhando uma posição vantajosa para o seu Alpinista ou obstruindo um oponente.

Após cada movimento o jogo fica cada vez mais emocionante, à medida que as torres crescem, tornando-se mais altas e mais instáveis. Será que vais conseguir alcançar o topo antes de caíres?
Vais precisar de alguma sorte, movimentos perspicazes, uma mão segura e uma fundação sólida para estares no topo deste jogo.

Estás preparado para o desafio?


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Pocket Battles - Z-Man Games


Um jogo de Paolo Mori e Francesco Sirocchi para dois jogadores, a partir dos 10 anos, com a duração de 30 minutos.

O Pocket Battles é um jogo rápido de combate entre dois exércitos. Antes de cada jogo, os jogadores escolhem que exércitos vão usar e a seguir chegam a acordo sobre o tamanho da batalha. Depois, cada jogador irá construir o seu exército entre as unidades disponíveis, até ao tamanho da batalha.


Uma vez construídos os exércitos, as unidades irão ser posicionadas em três sectores do campo de batalha. Durante a batalha, os jogadores alternadamente emitem as suas ordens às suas unidades, movendo-as e combatendo ou disparando sobre o exército inimigo. O primeiro jogador a destruir metade do exército inimigo será o vencedor.



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