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Entrevista com a Runadrake



A Runadrake tem uma história com 10 anos. Ao longo deste tempo houve muitas mudanças. Daí ser importante saber quem é e o que é hoje a Runadrake?
A Runadrake, não renegando o seu passado, encontra-se numa fase de reestruturação que a tornará mais forte e sustentável, procurando-a adaptar ao mercado que hoje existe. Assim, numa primeira fase irá concentrar-se na consolidação do mercado nacional e na reformulação do portfolio oferecido aos nossos clientes. Este foco no mercado nacional é importantíssimo para depois consolidarmos algumas parcerias internacionais de forma a termos condições de internacionalizar os nossos novos jogos.

A aposta da Runadrake, passa pela produção própria de jogos de tabuleiro ou pela representação de editoras estrangeiras no mercado da língua Portuguesa?
Neste processo de reestruturação, a principal aposta é na produção própria de jogos de tabuleiro (seja por criação própria ou por acordo com autores), uma vez que é mais fácil assim adaptarmos o nosso portfolio às necessidades dos nossos clientes / jogadores. No entanto, iremos continuar a assegurar a distribuição de alguns best-sellers de algumas editoras internacionais como a Days of Wonder, Franjos, White Goblin e Rio Grande entre outros, aproveitando os mesmos canais de distribuição. Agora, claramente que o nosso foco é diminuir quantitativamente o nosso portfolio, para podermos ter uma focagem maior numa menor gama de produtos e com isso ganharmos a confiança dos nossos clientes.



Dada a atual crise conjuntural por que passa Portugal e a europa, o negócio dos jogos de tabuleiro, ainda é apetecível e rentável?
Sim, continua a ser um negócio com boas perspetivas, até porque o negócio dos jogos de tabuleiro cruza-se com o da Educação. Assim, se numa primeira fase queremos reduzir o nosso portfolio de jogos, numa segunda fase iremos avançar com novas edições, indo de acordo às expetativas do mercado. E por exemplo, para jogos que sejam considerados materiais didáticos, existe uma enorme apetência pelos mesmos. E no primeiro semestre de 2013, através de uma parceria que a breve prazo será anunciada, iremos ter novidades nesta área.

São animadoras as expetativas da Runadrake para o futuro da própria empresa e do mercado dos jogos de tabuleiro em Portugal?
É do conhecimento geral que nada está facilitado para empresas que laborem hoje em dia, especialmente neste tipo de mercados. No entanto, a Runadrake mantém o seu espírito combativo que sempre a caracterizou. Quanto ao mercado de jogos de tabuleiro em Portugal, é necessário principalmente muito trabalho de divulgação, num esforço conjunto entre os operadores do ramo e dos seus aficionados. De qualquer forma, a nossa perceção é que o mercado tem sempre vindo a crescer desde há vários anos, apesar de haver uma maior proliferação de produtos no mercado. Pelo que quem opera no mesmo, tem de adaptar diferentes estratégias, nomeadamente ao nível da quantidade de vendas por uma referência. Assim, é necessário diversificar para que o negócio não esteja demasiado dependente só de um produto ou canal de distribuição.

Como está a correr a aposta da Runadrake no Brasil?
Como é público, a Runadrake tem passado nos últimos anos um período difícil, já que no passado demorou muito tempo a reagir às mudanças no mercado, pelo que o seu volume de negócios diminuiu substancialmente. Contudo, todos devemos aprender com os erros, pelo que agora queremos focalizarmo-nos no mercado nacional para que numa segunda fase, mais sustentadamente possamos almejar o mercado internacional, sendo o Brasil uma das nossas prioridades. Neste momento, precisamos garantir condições que nos permitam entregar os produtos, pelo que nesta fase, como explicámos antes, estamos a diminuir o número de jogos para que seja possível assegurar mínimos de produção.

Sobre o Brasil e depois da publicação de uma acusação por parte da Revista LudoBrasil, gostaríamos de saber o que a Runadrake tem a dizer sobre este assunto? E se este episódio não prejudicou a imagem da Runadrake?
A resposta da Runadrake é simples: os aspetos do relacionamento entre entidades e/ou relacionamentos comerciais devem ser mantidos entre as partes envolvidas. Não achamos que as denúncias públicas sejam a melhor forma de resolver a situação. Como qualquer empresa que tem passado por períodos turbulentos, temos dívidas antigas a fornecedores, parceiros, etc. No entanto, estamos a trabalhar para dar a volta à situação e conseguir pagar aquilo que devemos. Temos dado a cara perante toda a gente e não saímos do mercado, voltando com uma nova empresa. Assim, assumimos as dívidas que temos e estamos a encetar todos os esforços para que a recuperação da empresa seja um sucesso, permitindo libertar o dinheiro para pagar as dívidas antigas. Posto isto, se somos os primeiros a pronunciarmo-nos sobre isso, pensamos que o caso sofreu um aproveitamento para servir outros propósitos, e temos confiança que o público saberá bem distinguir isso.



Quais foram as grandes apostas da Runadrake na feira de Essen?
As nossas apostas foram nos nossos jogos próprios, Why First?, que ganhou o 1º Prémio Internacional de Criação de Jogos de Tabuleiro organizado pela Ludopolis, e o Turned, de autores brasileiros, que ganhou o 1º Concurso Print & Play da Ilha do Tabuleiro, do Brasil.


Qual foi a reação do público de Essen às novidades apresentadas pela Runadrake?
Foi bastante positiva, especialmente porque são propostas fora de vulgar: no primeiro, ganha quem ficar em 2º lugar no final de 5 corridas, e no segundo, aquilo que parece um mero jogo de zombies afinal revela ter uma mecânica incomum: aqui não se trata de matar zombies, e sim de fugir deles ou tornar-se num, jogando como um zombie.


Quais são os jogos que a Runadrake vai apostar para este Natal?
Este Natal, iremos concentrar os nossos esforços principalmente na venda dos jogos Why First? e Turned, querendo atingir no mais curto espaço temporal as 1000 unidades vendidas de cada um deles. Aproveitamos o espaço de antena concedido pelo vosso blog para lançar uma promoção natalícia, envolvendo estes dois jogos. Assim, quem quiser uma prenda de natal original para oferecer, pode adquirir os 2 por 30€ + portes de envio, pode-nos enviar um email para info@runadrake.com e receberá no correio estes dois novos jogos. Aproveitem!

Será que neste Natal vamos encontrar os jogos da Runadrake nos hipermercados?
O nosso foco neste momento é crescer de forma sustentada. Assim, possivelmente a realidade dos hipermercados não será imediata (pois exige capacidade financeira que não temos no momento), mas nunca se sabe se o “Pai Natal” nos reserva alguma surpresa.

Turned! - Runadrake



Um jogo Martin Norris, Marcelo Nunes, Luiz Carlos Vieira, Rodrigo Paiva Inácio Lima para 2 a 6 jogadores,  a partir dos 10 anos, com a duração de 30 a 45 minutos

O Jogo das Hordas Zumbis!
Vencedor do concurso 1ª edição Print & Play da Ilha do Tesouro 2010/2011



Conteúdo
1 Tabuleiro com o casarão
6 Marcadores de jogador Humano
6 Marcadores de jogador Zumbi
16 Marcadores de Zumbi
6 Cartas de Personagem (duplo verso)
9 Cartas de Plano de Fuga
64 Peças de Objeto
1 Livro de Regras


Nada jamais acontecia em Interiorana, uma típica cidade incrustada no meio de lugar nenhum. Assim, era até esta noite, quando a cidade foi tomada por Zumbis! Tu e um grupo de sobreviventes encontraram abrigo num velho casarão senhorial, mas infelizmente foram seguidos até lá pela horda de zumbis. Inicialmente presos no sótão, terão de planear e executar um plano de fuga antes que a casa seja completamente tomada e todos sejam transformados em horrendos mortos-vivos!

 O lançamento deste jogo está previsto para o Natal. 

Block - Runadrake



Um jogo de Nelson Ferreira para 2 jogadores, a partir dos 12 anos, com a duração 
entre 90 a 120 minutos

Conteúdo
1 Tabuleiro
20 Peças Escuras
20 Peças claras
1 Livro de Regras

Dois adversários defrontam-se perante um tabuleiro octogonal; as peças são dispostas não em campos opostos, mas em cruz. Neste jogo não se trata de confronto, mas sim de bloquear o adversário. Em vez da habitual mecânica de captura de peças, o objetivo é bloquear as peças do adversário e impedir que ele consiga movimentar-se pelo tabuleiro, seguindo, claro, as regras dos movimentos. Com um toque de jogo tradicional, é ideal para quem gosta de desafios, de refletir, mas não dispensa o convívio com os amigos!


O lançamento deste jogo está previsto para o Natal. 

Why First? - Runadrake


Um jogo de Simon Havard para 2 a 6 jogadores, a partir dos 8 anos, com a duração de 15 a 45 minutos

Os Segundos serão sempre os primeiros!
Vencedor do 1º Concurso Internacional de Criação de Jogos de Tabuleiro 2012

Conteúdo
1 Tabuleiro (interior da caixa)
6 Peões
32 Cartas
1 Livro de Regras

Um belo dia, um grupo de grandes amigos decidiu juntar-se para fazer uma gincana, mas não uma qualquer; o que esperar de uma corrida entre uma múmia quase paralítica, uma vira-latas interesseiro, um vedor reformado, um senhor que mal enxerga, um detetive maçarico e um turista alienígena? Porém, todos queiram acabar esta gincana improvável e assim ela começou.
Cedo se percebeu que este grupo continha mais amigos da onça do que grandes amigos. Todos queiram a todo o custo ser os primeiros a chegar à meta: o cãozinho calçou um para de sapatos nas patas traseiras para despistar o detetive maçarico; todos davam indicações erradas ao turista alienígena, que acabou rumando para Saturno, o senhor que mal enxergava pregou uma rasteira à múmia quase paralítica, que coitadinha, nunca mais se levantou, o detetive maçarico conduziu o vedor reformado ao caminho errado, indo dar a um monte de latas de sardinha vazias. Todas iam ficando cada vez mais longe de acabar em primeiro.


 Quando alguns se apercebem isso, tiveram uma ideia genial: em vez de acabar em primeiro lugar, queriam acabar em segundo! Então, esses concorrentes chamaram todos os outros, para os avisar (para seu proveito próprio, claro) que essa era a nova regra!
Comentou logo a múmia quase paralítica: “vocês nem imaginam o alívio! Estava sendo tão difícil! Realmente, por quê ser o primeiro? Ser o segundo parece tão fácil…!”
Como todos concordaram e recomeçaram a gincana. Estranhamente, as partidas e malvadezas continuaram… E piores do que nunca!
O objetivo deste invulgar jogo é ganhar pontos, mas não demasiados, de modo a ser jogador que está em segundo lugar no final do jogo, que é disputado em 7 turnos. Os jogadores vão jogando cartas da sua mão, fazendo avançar ou recuar na pista o seu próprio peão ou de outro jogador.



 O lançamento deste jogo está previsto para o Natal. 

011 - Runadrake


As primeiras fotos...
















O 011 é uma das apostas da Runadrake para o ano de 2012.


Rattus - Runadrake

A Runadrake acabou de assinar o contrato para editar o jogo Rattus em Português e em Castelhano.
O Rattus é mais uma aposta da Runadrake para o mercado Ibérico dos jogos de tabuleiro.



Galaxia S.A. - Crowdfunding PPL


O Galaxia SA está na plataforma de Crowdfunding PPL, com o objectivo de concretizar a internacionalização do projecto. O jogo vai ser apresentado em Essen 2011.

Entra aqui se quiseres ajudar a financiar este projecto.





Trench - Runadrake


Um jogo de Rui Alípio Monteiro para 2 jogadores, a partir dos 12 anos, com a duração de 60 a 90 minutos.

Conteúdo:
- 1 Tabuleiro
- 16 Peças pretas
- 16 Peças brancas
- 1 Troféu
- Regras do jogo
- 1 Introdução e detalhes do jogo


O Trench evoca e assinala um dos conflitos bélicos mais dramáticos e marcantes da história contemporânea do século XX – I Guerra Mundial – tendo presente o horror, a sordidez e o absurdo da rotina das Trincheiras.
Moderno no design e atraente na apresentação, o Trench tem tudo para ser divertido e interessante.
O tabuleiro em formato de losango, 100% a preto e branco, em nítido contraste e sobreposição, com realce para duas linhas na horizontal a sugerirem as Trincheiras; as peças constituídas invariavelmente por figuras geométricas no mais puro estilo do cubismo, de uma beleza artística e estética ímpar, a simbolizar um clássico confronto de militares em campos de batalha definidos, desde o soldado raso até ao general no topo da pirâmide do poder e o conjunto de regras básicas, práticas e distintas, tornam este jogo de abstracção num momento único e inolvidável.
Sem o factor sorte ao comando das operações e das decisões, a vitória não é aleatória!
A arma principal dos jogadores é o erro provocado ou a distracção alheia, o que obriga a movimentações bastante ponderadas.
É um jogo de pura táctica e dura estratégia! Baseado nos clássicos jogos de estratégia como o xadrez e damas.


O Trench será lançado em Outubro deste ano, e estará disponível numa caixa multilingue com as regras em: Português, Espanhol, Alemão, Inglês e Francês.
O Trech é fruto do esforço combinado entre a Runadrake e o Sr. Brinquedo que distribuirá o jogo em Espanha e Portugal, e o Autor, Rui Alípio Monteiro.

O Trench terá 4 versões:
• Normal: a ser lançada em Outubro com um PVP esperado de 60 a 80€
• De Luxo: a ser lançada na Primavera de 2012
• Metal: a ser lançada no Verão de 2012
• Gigante/Mesa: Produção a Pedido.